sábado, 12 de dezembro de 2009

REVIEW: Promoção Verão Pop Rock Sony Style HPG (2001)

REVIEW: Promoção HpGirl (2001)

REVIEW: Hotsite HPG no Apagão (2001)

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Review: Projeto Webforce, logomarca e website institucional (2001)

Review: Lux Filmes, vinheta comemorativa (2002)

Review: Projeto Banco do Brasil - dhtml para iBest (2001)

Veja o DHTML funcionando aqui

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Review: Projeto Tempo Agora - Proposta de website (2003)

Review: Projeto Homempixel - protótipo de vinheta (2002)

Review: Projeto Homempixel - website e vinheta online (2000)

Review: Projeto Penso Internet, logomarca e website (2000)

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Review: Portfolio Estilo Nokia 6180, e a síndrome da interface (2001)

Minha primeira experiência com um telefone celular (na época, o charmoso Nokia 6180 - quem não teve o seu, perdeu) trouxe à tona a "Síndrome da Interface" que acomete os designers web.

Quer dizer: o designer absorve suas experiências intensas do uso de interfaces (celular, Windows, Mac Os, painel do carro, entre outras interfaces comuns) e começa a permear seu trabalho com essas referências viciosas. Já vi caras muito bons, em empresas muito boas, silenciosamente sofrendo desse transtorno criativo...

Pense: se jogar Tetris durante uma hora pode fazer você sonhar a noite toda com os bloquinhos daquele jogo, imagine usar o Windows 14 horas por dia, 6 dias por semana, em um drag and drop, window open e Alt + Tab incessantes?.

Mas voltando ao meu caso: eu cismei que iria fazer meu site parecido com a interface do meu Nokia 6180. Veja o resultado nas imagens abaixo, mas não deixe de clicar no link para ver funcionando essa curiosa experiência.

Pequeno detalhe: vocês não imaginam, mas deu um enorme trabalho para fazer o Adobe (na época, Macromedia) Flash reproduzir fielmente o tipo de letra e os ícones do celular. Apesar de tudo, valeram as horas de aprendizado.

Acesse este hotsite aqui, veja as fotos abaixo...





E fique sabendo que, assim como o vício no Tetris, a Síndrome da Interface tem cura quando diagnosticada ainda nos primeiros cinco anos de profissão.

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quinta-feira, 3 de setembro de 2009

O que a tal Web 2.0 implica para mim

"Olá, mundo!". Essa é a frase mais comum para quem testa novas tecnologias, o verdadeiro "ma...mãe" do universo extendido dos nerds - que inclui profissionais de TI, tecnoentusiastas e até gente normal como eu e você.

A minha missão, como você pode ver no título deste blog, é expressar minhas idéias, pensamentos e sentimentos em torno dessas relações entre homem, sociedade, hardware e a máquina invisível da informação.

Hoje, esse "Olá, mundo" surgiu por conta de uma inteligente decisão que tive: a de cortar da minha lista de tarefas a idéia de construir um novo site. Aquele que seria "O" site, a obra-prima, o espeto de aço na casa do ferreiro, a redenção pela inovação... agora não vai sair do papel. Tudo por conta da tal Web 2.0.

Me explico. Publicando alguns trabalhos antigos através deste blog, além de publicar informações pessoais e profissionais através das principais redes sociais - Facebook, LinkedIn, Twitter - percebi que a melhor coisa que faço é usar os conceitos de conectividade e colaboração da Web 2.0 para NÃO reinventar a roda.

Percebi que não vale a pena investir tempo na autoria completa de um 'site pessoal' de primeiríssima, quando 90% a 100% das minhas (das suas, das nossas) necessidades de compartilhamento de informação são atendidas por um coquetel de tecnologias disponíveis, maduras e programadas para funcionar bem em conjunto.

Daqui pra frente, portanto, espero que minha principal contribuição pública à discussão sobre uso das mídias digitais/sociais seja dando o exemplo de como combinar E-mail, Instant Messaging, RSS, Media Sharing, Social Networking e outros recursos, para fins pessoais, sem ter que viver diante de um computador várias horas ao dia.

Nota do autor:
Até porque, dentro de poucos dias nasce o meu primeiro filho, e tenho certeza de que em vez do "Olá, mundo" das máquinas, eu vou mesmo é querer ouvir aquele chorinho inconfundível de quem chega pra ficar.

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